Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

Leilão de veículos do TJMG obtém economia com sustentabilidade

Todos os lotes foram arrematados; ação não teve custo para o Judiciário


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reunião leilãoO resultado foi apresentado em 11 de maio ao presidente Herbert Carneiro (3º da dir. para a esq.) pelo superintendente de transportes, desembargador Sérgio André da Fonseca Xavier (4º da dir. para a esq.)

Os resultados do leilão de veículos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) realizado na manhã do último dia 9, em Belo Horizonte, alcançaram uma arrecadação superior a R$ 1 milhão. Mais de 1000 pessoas se cadastraram para participar e 60 dos 80 carros (75%) foram entregues no mesmo dia. O acesso foi aberto ao público em geral. O valor apurado deve ser reinvestido, promovendo a readequação da frota e reduzindo os custos com manutenção para atender melhor às necessidades atuais do Tribunal.

Todos os automóveis, correspondentes a 77 lotes, foram comprados por valores superiores ao lance inicial, alguns por mais do dobro do que havia sido fixado. A menor quantia paga foi de R$ 5,6 mil, por uma Parati 1996 orçada, num primeiro momento, em R$ 500. A mais elevada foi R$ 19,4 mil, por um Vectra 2008. Ao todo, foi arrecadado R$ 1.002.700.

O leilão foi uma parceria do TJMG e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do Estado (Seplag-MG), por meio de um termo de cooperação técnica. Toda a logística do empreendimento, desde o estudo de mercado à elaboração do edital, das condições de participação no certame até o cadastramento dos interessados – cujo prazo, diante da quantidade de pessoas, teve de ser estendido – foi provido pelos recursos humanos do Judiciário e do Executivo, sem despesas adicionais.

 

De acordo com Gleidson Ramanery Pereira, da Superintendência de Transportes, o resultado foi excepcional, pois assegurou importâncias acima da média. O servidor destacou, ainda, que o êxito da iniciativa se deveu a um esforço coletivo: “Foi um trabalho de equipe, desde a triagem dos veículos para venda à conferência da documentação e ao acompanhamento na visitação”, afirma.

 

Portaria 2.352/2009 regulamenta a questão do transporte no Judiciário mineiro e considera antieconômicos os carros que tenham sido submetidos a uso prolongado ou desgaste prematuro ou impliquem manutenção onerosa; e modelos tornados obsoletos diante do surgimento de avanços tecnológicos.

 

Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom
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